segunda-feira, 23 de junho de 2014

Unidade 1 - 2013

ENCONTRO Nº 01,2 e 3                                                     DATA: 20/04/2013 e 04/05/2013
UNIDADE DO CADERNO DE FORMAÇÃO: Concepções de Alfabetização; currículo no ciclo de alfabetização; interdisciplinaridade; avaliação da alfabetização; inclusão como princípio fundamental do processo educativo.

CARGA HORÁRIA DESENVOLVIDA: 12 horas (um sábado e meio).
FORMADOR DA IES: Patrícia  Bonow Fassbender

Mediante os objetivos da unidade as professores alfabetizadoras apresentaram interesse, motivação e engajamento. O grupo de professoras demonstrou gostar da forma como foram abordados os assuntos. Apresentaram suas dúvidas quanto ao programa, organização e andamento.
Foram distribuídos os materiais, a Secretária de Educação e Cultura Mercedes Giroleti de Paula em acordo com a organização do MEC, comprometeu-se em imprimir para as professoras participantes.
A apresentação foi feita pela Coordenadora Local, professora Aline de Paula Neves Malta. Iniciou sua fala enfatizando a importância do professor alfabetizador, na vida dos educandos e o quanto todos merecem o nosso respeito.
 A Coordenadora sinalizou, a importância do PNAIC e o nível das leituras apresentadas nos cadernos de formação.
Onde, teremos um espaço para estudar, refletir sobre nossas práticas pedagógicas. Falou sobre as avaliações e sua importância. Além disso, foram destacadas a organização do programa, a ética envolvida entre estados e municípios, faculdades e educadores.
A valorização da formação dos professores alfabetizadores.
Possibilitando conhecimento, como a criança se apropria da leitura e da escrita. O programa, com certeza nos trará recursos didáticos para aplicar em nossas salas de aula, priorizando a aprendizagem dos nossos educandos.
 Foi apresentado às professoras cursistas como acessar o site do PNAIC e o SIMEC. Foram criados também canais de contato direto com as professoras: pactocidreira@hotmail.com e pactocidreira123@facebook.com
As atividades realizadas conduziram as professoras a refletir sobre o seu fazer pedagógico. Houve o confronto, prática e teoria. A reflexão do comprometimento com a profissão.
Estamos no caminho?
As produções das professoras alfabetizadoras sinalizou o caminho a seguir nos próximos encontros perante suas angústias, realizações e desafios.
A dinâmica do Brasão mostrou um pouco da história de cada professora, seus valores e forma de trabalho. Suas produções de escrita e leitura pareceram acanhadas a princípio e foi preciso motivação e diálogo para introduzir a proposta.
Durante o trabalho, todas abordaram seu interesse pela formação, ressaltando que precisavam de atividades para aplicar em sua sala de aula.
Conversei sobre o programa, sua estrutura, organização e que nós, como professoras alfabetizadoras e formadoras de leitores, precisaremos ler, refletir e reconstruir nossa prática.
A maior angústia de todas foi a Educação Especial e como alfabetizar as crianças com necessidades especiais e sem laudo especificando sua deficiência.
A organização das práticas foi bem aceita pelas professoras. Utilizamos a leitura deleite, vídeos, histórias, músicas, leituras e debates.
O PNAIC mostrou ser um “curso dinâmico”, como foi falado pelas cursistas, pois é diferente do pró-letramento.
Entretanto, uma das práticas mexeu com a emoção de cada educadora ali presente. A dinâmica envolveu as memórias do primeiro ano da alfabetização das professoras.
O debate abordou a importância do educador na vida de cada educando, e o quanto o professor, envolvido neste processo torna-se peça chave na formação do aluno e a importância da emoção de ambos os envolvidos. O poder de sedução que cada educador desenvolve no educando, e as lembranças levadas por este ser humano por toda a sua vida.
Embasado nas leituras desenvolvidas. Ficou muito claro! Muitas coisas já estão sendo feitas. Porém, a teoria nos traz embasamento para que tornemos nossa prática a favor da aprendizagem do aluno.
 Descartando algumas questões, que pareciam sem saída. Com soluções norteadas em um trabalho de pesquisa. Ético e confiável. Sob a ótica do conhecimento, como a criança aprende através do conhecimento do sistema da escrita alfabética dando suporte ao professor em seu processo de aprender e ensinar para assim desenvolver em seus educandos habilidades e competências necessárias no mundo da leitura e da escrita.
Referente aos vídeos de sensibilização de como a criança aprende, e como cada ser em seu papel desenvolve seu processo cognitivo de aprender e ensinar mostrou que nós professores precisamos em primeiro lugar conhecer o que a nossa profissão exige e, a partir deste, conhecer as leis que norteiam a educação.
 Amar o seu aluno, conhecer a sua realidade e nunca esquecer que o nosso trabalho é ensinar o aluno a ler e escrever para, assim, entender o mundo em que  está inserido, e com este conhecimento ele encontre estratégias para resolver seus problemas.
A atividade do caderno de metacognição
Todo o grupo apresentou suas aprendizagens:
* O que aprenderam?
* Como aprenderam?
* O que não aprenderam?
Nesta primeira avaliação, uma professora alfabetizadora do primeiro ano, relatou:
“Todos nós temos as mesmas aflições, buscamos novidades, porque alfabetizar é muito complexo. Temos que procurar o que o aluno sabe motivá-lo para que se interesse em aprender de forma prazerosa e criativa, e que ele é capaz de aprender e ensinar de acordo com o seu tempo”.
Aprendi com relatos, experiências de colegas, muita leitura e vídeos. “Não aprendi realmente como alfabetizar, mas o caminho a ser percorrido” (usei as palavras da professora).
As leituras são claras, com os cadernos da unidade 01, trabalhamos com leituras, debates, vídeos, músicas, leitura deleite e histórias.
A princípio muita ansiedade, muito material, muita leitura e aprendemos com as professoras. Anotei suas angústias e suas queixas. Usei na íntegra o material que recebi dos formadores. Percebi que o tempo não foi suficiente para abordar todos os assuntos e as professoras perceberam esta situação, pois elas precisavam de mais tempo para falar suas dúvidas, indiguinações etc.
O grupo de trabalho mostrou interesse nas leituras, trocamos informações durante o percurso no site criado pelo grupo, percebi que o planejamento não é estanque.
Procurei usar todos os recursos que a formadora me passou de forma criativa, para que as professoras entendessem a proposta e objetivo ali apresentado. Realizei trocas de leitura fora do horário de curso com as professoras, mediando os conhecimentos trabalhados na unidade 01.
Os vídeos do Salto Para o Futuro, enviados pelo MEC, falando sobre os assuntos abordados nas leituras esclareceram dúvidas das professoras como, por exemplo, a alfabetizar letrando, como inserir crianças com necessidades especiais, e como fazer um planejamento onde o educando aprenda com suas construções, onde o professor sinta-se o mediador deste conhecimento, com o conhecimento de causa, estando ciente de que seu trabalho tem um caminho seguro e coeso.
Estabelecido e conduzido para o direito da aprendizagem do educando, segundo prevê a Lei 9.394, Artigo 22, a reflexão da prática, disponibilizou aos professores, parar e pensar, sobre o seu trabalho, olhar cada aluno como um ser único em suas singularidades. Usar o material lido para cada realidade.
Estou grata por estar participando deste momento, em que a educação de nosso País, que está preocupado com a aprendizagem de nossas crianças e que olha o professor com respeito e dignidade merecida. Sonho com uma educação de oportunidades,
Não quero parecer utópica, mas acredito de olhos fechados na educação com ética. Acredito em Deus, e no amor que envolve os seres humanos em uma só voz. A favor do desenvolvimento do ser humano, em sua essência. 
Quero parabenizar a organização dos encontros.

Em especial minha Coordenadora Local, Aline Malta e Secretária de Educação e Cultura, Mercedes Giroleti de Paula. 

Kátia Tagliani Azambuja Silveira






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