ENCONTRO Nº 01,2
e 3 DATA: 20/04/2013 e
04/05/2013
UNIDADE DO
CADERNO DE FORMAÇÃO: Concepções de
Alfabetização; currículo no ciclo de alfabetização; interdisciplinaridade;
avaliação da alfabetização; inclusão como princípio fundamental do processo
educativo.
CARGA HORÁRIA
DESENVOLVIDA: 12 horas (um sábado e meio).
FORMADOR DA
IES: Patrícia Bonow Fassbender
Mediante
os objetivos da unidade as professores alfabetizadoras apresentaram interesse,
motivação e engajamento. O grupo de professoras demonstrou gostar da forma como
foram abordados os assuntos. Apresentaram suas dúvidas quanto ao programa,
organização e andamento.
Foram
distribuídos os materiais, a Secretária de Educação e Cultura Mercedes Giroleti
de Paula em acordo com a organização do MEC, comprometeu-se em imprimir para as
professoras participantes.
A
apresentação foi feita pela Coordenadora Local, professora Aline de Paula Neves
Malta. Iniciou sua fala enfatizando a importância do professor alfabetizador,
na vida dos educandos e o quanto todos merecem o nosso respeito.
A Coordenadora sinalizou, a importância do
PNAIC e o nível das leituras apresentadas nos cadernos de formação.
Onde,
teremos um espaço para estudar, refletir sobre nossas práticas pedagógicas.
Falou sobre as avaliações e sua importância. Além disso, foram destacadas a organização
do programa, a ética envolvida entre estados e municípios, faculdades e
educadores.
A
valorização da formação dos professores alfabetizadores.
Possibilitando
conhecimento, como a criança se apropria da leitura e da escrita. O programa,
com certeza nos trará recursos didáticos para aplicar em nossas salas de aula,
priorizando a aprendizagem dos nossos educandos.
Foi apresentado às professoras cursistas como
acessar o site do PNAIC e o SIMEC. Foram criados também canais de contato
direto com as professoras: pactocidreira@hotmail.com
e pactocidreira123@facebook.com
As
atividades realizadas conduziram as professoras a refletir sobre o seu fazer
pedagógico. Houve o confronto, prática e teoria. A reflexão do comprometimento
com a profissão.
Estamos
no caminho?
As
produções das professoras alfabetizadoras sinalizou o caminho a seguir nos
próximos encontros perante suas angústias, realizações e desafios.
A
dinâmica do Brasão mostrou um pouco da história de cada professora, seus
valores e forma de trabalho. Suas produções de escrita e leitura pareceram
acanhadas a princípio e foi preciso motivação e diálogo para introduzir a
proposta.
Durante
o trabalho, todas abordaram seu interesse pela formação, ressaltando que
precisavam de atividades para aplicar em sua sala de aula.
Conversei
sobre o programa, sua estrutura, organização e que nós, como professoras
alfabetizadoras e formadoras de leitores, precisaremos ler, refletir e
reconstruir nossa prática.
A
maior angústia de todas foi a Educação Especial e como alfabetizar as crianças
com necessidades especiais e sem laudo especificando sua deficiência.
A
organização das práticas foi bem aceita pelas professoras. Utilizamos a leitura
deleite, vídeos, histórias, músicas, leituras e debates.
O
PNAIC mostrou ser um “curso dinâmico”, como foi falado pelas cursistas, pois é diferente
do pró-letramento.
Entretanto,
uma das práticas mexeu com a emoção de cada educadora ali presente. A dinâmica
envolveu as memórias do primeiro ano da alfabetização das professoras.
O
debate abordou a importância do educador na vida de cada educando, e o quanto o
professor, envolvido neste processo torna-se peça chave na formação do aluno e
a importância da emoção de ambos os envolvidos. O poder de sedução que cada
educador desenvolve no educando, e as lembranças levadas por este ser humano por
toda a sua vida.
Embasado
nas leituras desenvolvidas. Ficou muito claro! Muitas coisas já estão sendo
feitas. Porém, a teoria nos traz embasamento para que tornemos nossa prática a
favor da aprendizagem do aluno.
Descartando algumas questões, que pareciam sem
saída. Com soluções norteadas em um trabalho de pesquisa. Ético e confiável.
Sob a ótica do conhecimento, como a criança aprende através do conhecimento do
sistema da escrita alfabética dando suporte ao professor em seu processo de
aprender e ensinar para assim desenvolver em seus educandos habilidades e
competências necessárias no mundo da leitura e da escrita.
Referente
aos vídeos de sensibilização de como a criança aprende, e como cada ser em seu
papel desenvolve seu processo cognitivo de aprender e ensinar mostrou que nós
professores precisamos em primeiro lugar conhecer o que a nossa profissão exige
e, a partir deste, conhecer as leis que norteiam a educação.
Amar o seu aluno, conhecer a sua realidade e
nunca esquecer que o nosso trabalho é ensinar o aluno a ler e escrever para,
assim, entender o mundo em que está
inserido, e com este conhecimento ele encontre estratégias para resolver seus
problemas.
A atividade do caderno de metacognição
Todo
o grupo apresentou suas aprendizagens:
*
O que aprenderam?
*
Como aprenderam?
*
O que não aprenderam?
Nesta
primeira avaliação, uma professora alfabetizadora do primeiro ano, relatou:
“Todos nós temos as mesmas aflições, buscamos novidades,
porque alfabetizar é muito complexo. Temos que procurar o que o aluno sabe
motivá-lo para que se interesse em aprender de forma prazerosa e criativa, e
que ele é capaz de aprender e ensinar de acordo com o seu tempo”.
Aprendi
com relatos, experiências de colegas, muita leitura e vídeos. “Não aprendi realmente como alfabetizar, mas
o caminho a ser percorrido” (usei as palavras da professora).
As
leituras são claras, com os cadernos da unidade 01, trabalhamos com leituras,
debates, vídeos, músicas, leitura deleite e histórias.
A
princípio muita ansiedade, muito material, muita leitura e aprendemos com as
professoras. Anotei suas angústias e suas queixas. Usei na íntegra o material
que recebi dos formadores. Percebi que o tempo não foi suficiente para abordar
todos os assuntos e as professoras perceberam esta situação, pois elas precisavam
de mais tempo para falar suas dúvidas, indiguinações etc.
O
grupo de trabalho mostrou interesse nas leituras, trocamos informações durante
o percurso no site criado pelo grupo, percebi que o planejamento não é
estanque.
Procurei
usar todos os recursos que a formadora me passou de forma criativa, para que as
professoras entendessem a proposta e objetivo ali apresentado. Realizei trocas
de leitura fora do horário de curso com as professoras, mediando os
conhecimentos trabalhados na unidade 01.
Os
vídeos do Salto Para o Futuro,
enviados pelo MEC, falando sobre os assuntos abordados nas leituras esclareceram
dúvidas das professoras como, por exemplo, a alfabetizar letrando, como inserir
crianças com necessidades especiais, e como fazer um planejamento onde o
educando aprenda com suas construções, onde o professor sinta-se o mediador
deste conhecimento, com o conhecimento de causa, estando ciente de que seu
trabalho tem um caminho seguro e coeso.
Estabelecido
e conduzido para o direito da aprendizagem do educando, segundo prevê a Lei
9.394, Artigo 22, a reflexão da prática, disponibilizou aos professores, parar
e pensar, sobre o seu trabalho, olhar cada aluno como um ser único em suas
singularidades. Usar o material lido para cada realidade.
Estou
grata por estar participando deste momento, em que a educação de nosso País, que
está preocupado com a aprendizagem de nossas crianças e que olha o professor com
respeito e dignidade merecida. Sonho com uma educação de oportunidades,
Não
quero parecer utópica, mas acredito de olhos fechados na educação com ética.
Acredito em Deus, e no amor que envolve os seres humanos em uma só voz. A favor
do desenvolvimento do ser humano, em sua essência.
Quero
parabenizar a organização dos encontros.
Em
especial minha Coordenadora Local, Aline Malta e Secretária de Educação e Cultura, Mercedes Giroleti de Paula.
Kátia Tagliani Azambuja Silveira
Nenhum comentário:
Postar um comentário