quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Blocos Lógicos - Professora Cássia

Foi muito bom trabalhar com jogos, pois percebe-se até pelas expressões das crianças o quanto é gratificante aprender brincado.

Com os blocos lógicos as crianças aprenderam espessura, tamanho, cor e formas geométricas  de forma lúdica e descontraída.

 Com o jogo do caderno do Pacto (Astronautas) eles aprenderam a   calcular o dobro a metade mentalmente de forma rápida e divertida.

Professora Alfabetizadora Cássia Luciana Barcellos Souto






quarta-feira, 17 de setembro de 2014

SEQUÊNCIA DIDÁTICA “OS DEZ SACIZINHOS” (Tatiana Belinky)


Objetivo geral: desenvolver competências de comunicação, reconhecer um pouco do Folclore brasileiro de forma lúdica, através da história. Reconhecer números e quantidades.
Atividades:
___Vídeo sobre o Folclore;
___Conversa sobre o assunto;
___Contar a historia com o uso de dedoche;
___Questionamento sobre a história;
___Recontar a historia com os alunos, ( agora cada aluno será um Sacizinho );
___Confecção de um Saci a partir das formas geométricas;
___Dobradura do Saci;
___Brincadeira “Saci Danado” (um aluno será o Saci e escolhe um colega que deverá sair da sala, o “Saci” esconde um objeto e o outro colega devera encontrar o mesmo, a diga será “quente” para perto, e “frio” para longe;
___Amarelinha;
___Jogo as “Duas Mãos”;
___Poema do Saci;


 Professoras alfabetizadoras: Catiucia Chaparro, Fernanda Feijó, Jezilene Ribeiro, Priscila Ferri, Lidia 











Relatório Unidade 2

Relatório Descritivo-Reflexivo sobre os Encontros de Formação

O tema central desta formação foi a quantificação, registros e agrupamentos. Conforme os planos a alfabetização matemática na perspectiva do letramento. Iniciamos a formação relembrando qual o significado dos números em nossas vidas e a importância que este tem no nosso cotidiano. Os relatos envolvendo esta dinâmica priorizou a fala das professoras e suas vivencias. O ato de falar e escrever sobre nós, reviveu nossas escolhas. Esta foi a primeira prática de reflexão do grupo presente. Notamos a importância da escuta do outro, esta dinâmica simples nos aproximou como seres humanos. Constatamos que somos seres da mesma espécie. Poderemos compartilhar as alegrias e angustias criando soluções para os problemas. O grupo de professoras mostrou-se apreensivo referente as bolsas e materiais para leitura. Colocaram suas opiniões positivas e negativas. Constatei neste momento que deveria retomar o contrato didático. Conversamos sobre o comprometimento do professor apesar das problemáticas existentes. E o programa do PNAIC mostrou ser de peso dentro da história da educação Brasileira.
O objetivo geral do caderno de formação foi provocar reflexões sobre a ideia de números e seus usos em situações do cotidiano, oferecendo subsídios para práticas pedagógicas de modo que a criança se desenvolva. Promovemos a partir desta primeira dinâmica. Partimos da ideia principal o número está em todo lugar, em tudo. Respiramos matemática.
Esta reflexão ficou clara, a importância da matemática em nossas vidas. Revivemos a história sobre a matemática.  Como na história o ser humano se desenvolve na questão das suas necessidades, sua evolução na questão matemática. Que ao passar do tempo, o ser humano passou a lidar com quantidades que lhe exigiam a   realização de comparações e determinações de quantidades mais próximas das exatas.
Compartilhamos as atividades de algumas professoras e as formas como elas ministraram seus trabalhos de forma lúdica e prazerosa. Desenvolvendo aprendizagem através do experimento. Na realização da leitura deleite reforçamos a importância do ato de ler, o professor como ledor construindo este vínculo entre professor e aluno. Promovendo o conhecimento a partir da leitura contemplando todas as áreas do conhecimento, priorizando neste momento as literaturas envolvendo a matemática.
Realizamos as leituras do caderno. No tema agrupamentos na contagem. Nas apresentações refletimos que através do lúdico e do material concreto podemos perceber que a criança assinala melhor e aprende sem perceber através da brincadeira, facilitando o processo de aprendizagem. Mediante a perspectiva do lúdico, a criança sai do contexto mecânico, adquirindo de várias maneiras a compreensão da contagem.
Torna a ação da contagem de grandes quantidades mais rápida e eficiente ajudando na compreensão da quantidade x número.
Usos e funções do número em situações do cotidiano: na discussão envolvendo este tema ficou evidente que a matemática é para qualquer um. Temos relações com os números desde muito cedo. Usamos os números para tudo em nosso cotidiano. Diante das leituras realizadas na unidade: Em suas apresentações relacionamos entre o grupo de professoras alfabetizadoras os assuntos a seguir referentes a alfabetização matemática.
O número serve para organizar nossas ações sobre o mundo de modo apropriado e eficiente.
Indicadores de sentido numérico:
# realizar calculo mental flexível – (decomposição mental para contagem).
# usar pontos de referência e realizar e realizar estimativas (ex: somar 7+9, usa a base 10, faz: 7+10-1 ou usa o dobro: 7+7+2).
# fazer julgamentos quantitativos e inferências-(diferencia onde tem maior quantidade ou menor; se determinado objeto cabe em algum recipiente)
# fazer relações matemáticas-(percebe que 4+5=5+4; que 3x8=8+8+8; que R$ 0,50=0,25+0,25= 0,10+0,10+0,10+0,10+0,10).
# Usar e reconhecer que um instrumento ou um suporte de representações pode ser mais útil ou apropriado que outro (a criança reconhece o método mais apropriado para solucionar o problema). Na realidade, diversos indicadores podem estar presentes na resolução de uma mesma situação, assim como um mesmo indicador pode estar presente em várias situações.
Precisamos ser letrados e assim nos engajamos em práticas sociais que envolvam a escrita, também é necessário que sejamos numeralizados.
Para que serve a matemática na perspectiva das crianças
Os números e seus significados
Ao investigar os números com os alunos, oralmente, ludicamente, investigando e ouvindo opiniões, lançando duvidas, perguntas, observando respostas, mesmo diferentes, mas chegando a um significado real.
Para que serve a matemática
Podemos ser sujeitos observadores, com um olhar amplo sobre nossos alunos, deixá-los se expressar e assim ensinar aprendendo, e vê-los aprender e ensinando. Assim utilizando o concreto, a oralidade e sua realidade.
O número: compreendendo as primeiras noções.
A matemática está presente no nosso cotidiano. A relação com os números inicia desde os primeiros anos em casa, vindo a compreende-los mais concretamente perante a concentração de ideias no espaço escolar, que deve levar em consideração este conhecimento prévio, organizando-o e reestruturando essa noção de maneira lúdica.
A matemática está relacionada a curiosidade, a experimentação e ao toque.
Perante as experimentações, a compreensão do que está sendo feito traz a segurança para ampliar o aprendizado.
É fundamental instiga-los a levantar hipóteses a respeito das quantidades de objetos.
Entender as representações individuais dos alunos para tanto, é importante a manipulação dos materiais concretos, oferecendo oportunidades para que a criança socialize fatos e resultados com os colegas.
Conhecimentos prévios- experimentações-levantamento de hipóteses (manipulação de materiais) - representação-compreensão. 
Número: de qualidades a quantidades
Agrupar>classes-categorias=atributos critérios
Classificar nos ajuda a organizar.
Uma classe pode incluir outras ou ser incluída em outras maiores ou mais gerais que ela.
Classificar é um importante ato de significação pelo qual os alunos podem compreender e organizar o mundo à sua volta.
Sequencia número naturais regra do ¨mais um”
O número que responde a pergunta ¨quantos” é chamado número cardinal.
A cardinalidade da coleção só muda se acrescentarmos ou retirarmos objetivos dela.
As alfabetizadoras demonstraram interesse pelos assuntos abordados, fazendo relações com suas práticas do cotidiano. Pareceu que os objetivos da unidade foram atingidos. Nas leituras realizadas referentes ao caderno de metacognição ficou evidente a importância da reflexão referente as aprendizagens adquiridas.
Conforme os trabalhos foram sendo realizados uma dupla de professoras alfabetizadoras descreveram uma das atividades realiza em uma turma de 3º ano.

Sobre qual seria o seu segredo, que letra haviam escolhido.
Os integrantes deste grupo responderam que era a letra O, foi então que lhes fiz a segunda pergunta:
- Por que todas as respostas começaram com letras diferentes?
Os alunos ficaram pensativos e perceberam que realizaram a atividade sem terem prestado atenção na explicação e exemplos dados a turma. O grupo se propôs de imediato a fazer a atividade. Um dos alunos teve sucesso na realização das atividades. Todas as atividades exigiram atenção, concentração, coleguismo, participação e comprometimento.
Os alunos conseguiram atingir todos os objetivos propostos no dia de hoje.

PARTINDO DE UMA SITUAÇÃO DO LIVRO DIDÁTICO, EXPLORANDO DIFERENTES FORMAS DE REGISTRO

            Neste tema a professora do 1° ano, com uma turma de 24 alunos, relata um acontecimento quando trabalhou com o livro didático.
            Ela explica que podemos ir muito além de simplesmente preencher o livro com os alunos.
            A professora desenvolveu um trabalho explorando as datas de aniversário das crianças. Explorou o interesse e investigou situações cotidianas.
            Trabalhando os meses, coletaram dados, fez pesquisas, planejou um gráfico, através do interesse, incentivou para que questionassem e participassem.
            Realizou um gráfico gigante trabalhando os aniversários dos alunos. Utilizou giz, barbante e os próprios alunos.
            Conforme organizavam o gráfico, surgiam mais comentários e perguntas.
            Através dos questionamentos e perguntas, a professora resolveu trabalhar uma nova questão: A linha do tempo, mas esta atividade ficou para outro momento.
            No término do gráfico a professora solicitou que os alunos registrassem no caderno através de desenho.
            Os alunos realizaram registros muito interessantes.


ESTUDO DE PROBLEMAS FAVORECE A APRENDIZAGEM DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS?
A Professora Daniela relata sua experiência onde os alunos eram acostumados a resolver sempre os mesmos problemas e as mesmas perguntas (é de mais ou de menos?). Aborda uma discussão sobre a importância do uso da leitura e da escrita nas aulas de Matemática, enfatizando a produção de situações-problema como uma atividade que pode contribuir para a aprendizagem dos alunos em relação à resolução de problemas. O objetivo de sua pesquisa foi analisar se a produção de situações-problema favorecia para uma melhor compreensão e resolução de problemas a partir de formulações vindas dos alunos e de interesse e dentro da realidade deles. Para isso foram feitos, intervenções com alunos do 3º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública. Os resultados apontaram que a elaboração de situações-problema auxilia no processo de compreensão e resolução de problemas, como também na construção textual pelos alunos, onde utilizaram seus conhecimentos sobre a organização do gênero situação-problema. Os alunos foram colocados diante de situações que os desfiaram e os fizeram expor seus registros de ideias bem como ouvir e interpretar as ideias de seus colegas.
Despertar no aluno o gosto pela resolução de problemas não é tarefa fácil, muitos são os momentos de dificuldade, obstáculos e erros. Isto acontece porque professores e alunos não conseguem distinguir um problema matemático de um exercício matemático.

Algumas Sugestões:
Continuar um problema iniciado - com esse o aluno precisará fazer uma relação entre o início dado dos problemas com as informações que serão acrescentadas por ele, finalizando o texto com uma pergunta para solucionar a questão contida no mesmo.
Elaborar um problema a partir de uma operação - esse tipo de atividade tem como finalidade desenvolver a relação de uma determinada operação ou uma conta, por exemplo, com sua ideia textual, ou seja, se é de subtração o sujeito precisa produzir uma situação que esteja vinculada a esta operação.
Fazer uso de figuras – nessa proposta o aluno fará relação das imagens apresentadas com os questionamentos em torno delas, não só fazendo uso de operações matemáticas, mas também estimular a criação de suposições partindo da ideia que possivelmente correspondem à finalidade das figuras. Importante ressaltar que não é qualquer imagem que poderá ser utilizada, mas que contenha um contexto que permita a formulação de problemas.
             
        
   Esses problemas precisam de um enunciado para que tenham sentido.
(exemplos):

Vamos criar essa parte que falta?

Quantas cadeiras cabem na sala de aula?

De quantas maneiras ela pode combinar suas camisas e saias de forma que forme conjuntos diferentes?

Diante dessa quantidade entre João e Maria, quantas cartinhas Mateus ganhou?



            Diante da importância de se trabalhar no processo de ensino e aprendizagem a resolução de problemas para o desenvolvimento intelectual do aluno, o professor, “peça” fundamental no ato de aprender deve propor atividades que despertem o entusiasmo dos alunos, desenvolvendo sua capacidade de criar, atuar em conjunto, aproximando-os uns dos outros, demonstrando a importância de cada um.

        


Envolver os alunos em situações-problema que possibilitem reflexão durante as atividades para facilitar a construção e apropriação dos conhecimentos mais significativos. Deixar os alunos exporem suas estratégias para chegar ao resultado, para haver trocas de experiências.
È importante que os alunos aprendam que a leitura do enunciado se torna fundamental para compreender o problema, por isso o professor deve incentivar os alunos a lerem e relerem o problema evidenciando quais são as informações apresentadas. Dessa forma o aluno vai se apropriando da linguagem matemática.
A construção de gráficos com as crianças possibilita explorar muitas questões como “O que você mais gosta na escola?”, “Qual o lugar da escola você mais gosta?”. Com os gráficos prontos é possível questionar, problematizar e as crianças vão percebendo que as colunas do gráfico podem variar conforme mudam as informações, além de construir novos conhecimentos. Depois é possível fazer uma análise dos gráficos em forma de textos, para ser exposto.
A partir de jogos também é possível trabalhar muito conteúdo. Como, por exemplo, o tabuleiro, onde as crianças vão jogar e depois anotar os resultados. O gênero textual se faz presente durante o registro escrito, e a leitura das regras, antes do jogo. Também há reflexão, pois durante a leitura das regras, discutem sobre ela, e existe uma volta constante ao texto gerando um ambiente de reflexão.
Em todos os casos observa-se que as situações problema possibilita aos alunos envolvimento e investigação matemática.
Concluímos a formação com a sensação de que temos muito a aprender. A formação em sua organização traz a reflexão sobre as nossas práticas de sala de aula. Os exemplos de atividades que realizamos em nossas salas de aula nos fez ver que é fundamental saber fazer, para poder ensinar. Estamos vivendo outros tempos na questão das aprendizagens: professor/aluno. Novas estratégias devem ser experimentadas para que nossos alunos desenvolvam as habilidades e competências para a alfabetização matemática.

Orientadora de Estudos Profª Kátia Tagliani Azambuja Silveira

Relatório unidade 4

ENCONTRO Nº 1 ,2 e 3                   DATA:23/008/2014 e 27/08/2014
UNIDADE: 03
CARGA HORÁRIA TOTAL DA UNIDADE: 12 horas
CARGA HORÁRIA DO ENCONTRO: 12 horas
HORÁRIO: 8h às 12h   13h às 19 h e 17:30 às 21:30
FORMADOR DA IES: Eliane Kiss e Alexandre Severo

Relatório Descritivo-Reflexivo sobre os Encontros de Formação
Nosso encontro iniciou com um jogo envolvendo o raciocínio lógico, e a adição, descontraímos e brincamos na perspectiva do letramento. O jogo foi realizado em trio, deste trio uma dupla recebe uma carta com um numero virado os jogadores só podem ver o numero do colega. O terceiro participante olha os números dos colegas e soma, a dupla que adivinhar a carta do colega referente à adição ganha. O caderno quatro descreve as operações na resolução de problemas. Fizemos a leitura iniciando a conversa estruturando em grupo os objetivos da unidade onde possibilita a nós professoras alfabetizadoras ter subsídios pedagógicos para as nossas salas de aula. Para renovar nossas motivações vimos após o jogo o vídeo o Menestrel motivou as professoras para iniciar o encontro neste sábado maravilhoso de sol.
Fizemos a leitura da caderneta de metacognição refletindo sobre nossas aprendizagens. Nesta tarefa reconhecemos que refletir sobre nossa prática é fundamental.
Durante as leituras realizadas a base das reflexões vem de encontro com a história da matemática e o conhecimento prévio do aluno. Cabe ao professor conhecer, observar e analisar como a criança aprende.  Destacamos com os jogos e suas práticas estudaram que tais atividades contribuem para a construção de esquemas que favorecem o desencadear do processo de compreensão das operações básicas: adição, subtração, multiplicação e divisão.   Envolvendo diferentes formas de registro permitindo a interação da criança. As crianças têm seus modos próprios de construção todos envolvendo o raciocínio matemático.
Junto com estes conhecimentos elas trazem o desejo e a urgência de aprender mais, e, em relação à matemática, almejam aprender a escrever números grandes e fazer contas. Percebemos que mudar não é fácil, aprendemos as quatro operações de forma mecânica: e se fizemos e aprendemos assim, ensinamos da mesma forma. As leituras, reflexão, escrita e debates permitiram as professoras constatar que a mudança na forma de viabilizar as questões envolvendo as quatro operações. Consideramos e trabalhamos as atividades envolvendo a construção das crianças através de aplicações nas salas de aula.
As professoras aplicaram as histórias matemáticas e os jogos. Permitindo-se a aprender e ensinar. Cabe observar que a partir do experimento refletimos o quanto precisamos aprender, ressaltando a importância da formação continuada.  O processo de construção destes conceitos deve sempre ter uma seqüência, para que a criança poça fazer links, com o que construiu e o que precisa construir. Disponibilizamos algumas leituras deleite, e, planejamos seqüências didáticas a partir das historias. Apreciando a importância do professor e a leitura. Disponibilizando sempre ao aluno este momento, pois, sabemos que não temos turmas homogêneas, e precisamos ofertar os direitos de aprendizagem a todos. Durante os debates e reflexões entre uma leitura e outra, surge novamente a angustia dos terceiros anos, aonde muitas crianças chegam ao terceiro ano sem os objetivos atingidos, e, que o professor destas turmas se sente perdido. Retomamos a Lei de Diretrizes e bases, onde é um direito a criança ser alfabetizada, e, os direitos de aprendizagem que é de nosso compromisso estudar e saber. Concluímos que para que exista mudança todos precisam estar preparados e dispostos a enfrentar este desafio da alfabetização. Mas, este processo não é mágico. Depende de uma gama de fatores, mas, o responsável por esta mudança é o professor, pois ele esta diretamente com o aluno.
Durante os estudos constatei o interesse das professoras na resolução de problemas. Nos debates todas com humildade, relataram que precisavam estar
Sempre estudando para poder mudar as metodologias de trabalho. E o quanto é importante entender que aprender sobre adição, subtração, multiplicação e divisão requer aprender mais do que procedimentos de cálculo. Mais do que destreza no fazer contas- e habilidade nas técnicas operatórias espera-se que os alunos compreendam o que fazem e construam os conceitos envolvidos nessas operações, e é neste sentido, que se estabelece, neste caderno, um diálogo com a resolução de problemas. O professor precisa nestas construções dos alunos estimularem as estratégias individuais dos alunos. São elas que possibilitam aos alunos vivenciarem as situações matemáticas articulando os conteúdos, estabelecendo relações de natureza diferentes e decidindo sobre a estratégia que devolverão. A socialização destas estratégias com toda a turma amplia o repertório dos alunos e auxilia no desenvolvimento de uma atitude mais flexível frente à resolução de problemas. Constatamos de forma reflexiva que um problema matemático não é um exercício ao qual o aluno aplica, de forma quase mecânica, uma formula ou um processo operatório. Só há problema quando o aluno for levado a interpretar o enunciado da questão proposta e a estruturar a situação que lhe foi apresentada. Esta afirmação evidencia que problemas matemáticos em que o aluno não precise pensar matematicamente e desenvolver estratégias de resolução, ou seja, não precise identificar o conceito matemático que o envolve, transforma-se em simples exercício, ou seja, em fazer contas.
Compreendemos que um problema matemático é uma situação que requer a descoberta de informações desconhecidas para obter um resultado, ou seja, a solução não esta disponível de início, no entanto é possível construí-la. Viabilizar ao aluno o processo de construção de solução de problemas é fundamental para a aprendizagem e dará sentido matemático para cálculos e operações que efetuará. Então, são através da resolução de problemas que deverá estar inserido os cálculos matemáticos envolvendo as quatro operações. Os autores lidos apontam um aspecto importante em relação aos cálculos à resolução de problemas. As crianças trazem seus conhecimentos em relação à matemática, estes conhecimentos precisam ser respeitados, elas já conseguem resolver problemas, que envolvem situações aditivas simples, coordenando ações de juntar, ganhar e perder, em suas brincadeiras. Por outro lado precisamos desenvolver estratégias para que a criança desenvolva este raciocínio e que com o tempo, e à medida que interagem com diferentes situações, desenvolvem estratégias de contagem mais sofisticadas, abstratas e eficientes, tais como as necessárias para a resolução de problemas aditivos. As leituras e reflexões constatam a necessidade do professor conhecer seus alunos e seus conteúdos, partindo para o planejamento e objetivos a serem alcançados. Refletir sobre o trabalho e refazer nossa pratica motivou nossas professoras a colocar em pratica todas as atividades de sugestão na unidade quatro. Percebemos que todas estão engajadas em aprender para ensinar. Acreditamos que os objetivos da unidade foram atingidos dentre as atividades realizadas. Mas. O que marcou foi à apresentação dos jogos e as explicações sobre os jogos e os objetivos a serem trabalhados. Esta atividade motivou as professoras a mostrarem as suas práticas já realizadas e as vistas nos livros. Destacando a dedicação de cada professora para evoluir os seus alunos em suas aprendizagens.

Concluímos que nesta unidade foram tratados de vários conceitos referentes à resolução de problemas e operações. Deparamos-nos com muitas informações para dominarmos todas. Entretanto, agora temos subsídios para a nossa prática pedagógica dentro das nossas salas de aula. Sabemos que este material esta norteando nosso trabalho em âmbito Nacional, Todos os materiais enviados pelo MEC. Estão relacionados com o que estamos aprendendo. Temos em mãos um material roço para disponibilizarmos planejamentos variados. Encerramos com um caminho. Parece que estamos com as setas do caminho para uma educação de qualidade.

Orientadora de estudos profª Kátia Tagliani Azambuja Silveira

Atividade não-presencial, Profª Simone

NOME DO ORIENTADOR DE ESTUDO: KÁTIA TAGLIANI AZAMBUJA SILVEIRA
MUNICÍPIO: Cidreira
DATA: 29-08-2014
UNIDADE: Operações na resolução de problemas.
NOME: Simone Maria Malesczyk.
HORÁRIO:
Atividades não presenciais:
Tema de casa:
1-    Leitura do  texto As operações, as práticas sociais e a calculadora, página 70.
Devemos relacionar todo o nosso cotidiano a matemática, por que na verdade está tudo relacionada á ela, podendo lançar problemas aos nossos alunos do seu cotidiano, fazendo a alfabetização matemática sentido para as crianças.
Como foi mostrado no livro a reportagem sobre as minhocas, utilizando quanto mede uma minhoca, comparando a sua perna, quantas minhocas precisariam para dar a sua altura. Vivenciando a prática, relacionando e fazendo possibilidades. Fazer situação problema na sala de aula.

A calculadora ainda não utilizamos em nossa sala de aula, pois na escola não temos calculadora, mas eu a Lídia vamos providenciar e verificar o que acontece. Elaboraremos problemas que possam ser explorados pela calculadora. Como cita no próprio caderno apertei a tecla 8, depois soma,  teclei mais um outro número,  o sinal de igualdade e obtive 14. Que número apertei? Possibilidades de construção para as crianças.

Atividades Professora Elielda







Antecessor e Sucessor dos números


Objetivos:
Construir o conhecimento de que os números ocupam uma posição numa
sequência numérica;
Identificar o antecessor e o sucessor dos números naturais a fim de ampliar o
conhecimento adquirido na vivência diária;
Estabelecer relação de maior e menor entre os números;
Desenvolver o raciocínio lógico com noção de ordenação e quantificação;
Participar de jogos e seguir as regras.

1º momento - O professor desenha uma reta numérica compreendida de 0 a 10 e,
em seguida, com seus alunos faz a leitura da mesma, seguindo algumas orientações:
Onde começo a leitura da reta numérica? Qual o maior número? Qual o menor
número?
2º momento – O professor faz a explicação do antecessor e sucessor e mostra na
reta numérica. Qual número vem antes do 2? Qual número vem depois do 2?
3º momento – Jogo Cubra o Anterior – Identificar o antecessor de um número.

Os alunos jogam o dado e tem que cobrir o número que vem antes do que deu no
dado.










Atividade desenvolvida pela Professora Letícia Friedrich

domingo, 7 de setembro de 2014

JOGOS NA ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA


Professoras: Jezilene e Priscila
Escola: E.M.E.F. Ildo Meneghetti
Turma: 32
Jogo: DISCO MÁGICO
Objetivo: Desenvolver, ludicamente, a capacidade de identificar, comparar e ordenar números verificando o valor que os algarismos assumem de acordo com a posição deles nas ordens das unidades, dezenas e centenas.
Número de jogadores: de 2 a 4 jogadores.
Material:
 Um disco mágico tripartido nas cores vermelha, amarela e azul ( no caso, utilizamos um disco de vinil forrado em e.v.a.).
 24 fichas circulares.
 Quadro de registros.
Regras:
 O disco é disposto no centro da mesa, assim como o quadro de registro de resultados.
 Sortear a ordem de jogadores.
 Escrever o nome dos jogadores no quadro de registro, conforme a ordem de jogada.
 Cada jogador recebe 06 fichas.
 Na sua vez, cada um dos jogadores lança suas seis fichas a aproximadamente 30 cm de altura do disco.
 Cada ficha que cair sobre a parte amarela vale uma unidade (01 ponto).
 Cada ficha que cair na parte azul vale uma dezena ( 10 pontos).
 Cada ficha que cair sobre a parte vermelha vale uma centena ( 100 pontos).
 Ganha o jogo quem obtiver mais pontos em cada rodada.
Procedimentos:
No 1º momento, conversar com os alunos sobre o valor posicional dos números, a fim de fazer com que usem seu conhecimento prévio acerca dos conceitos de unidade, dezena e centena. Após, apresentar o jogo e falar sobre as regras.
Para dar início ao jogo, permitir que os alunos dividam-se em grupos e iniciem a partida, decidindo o critério de ordem de jogadas.
Relato:
Nossos alunos gostam muito deste jogo, e já dominam suas regras. É importante ressaltar que ele muito tem contribuído para a evolução do aprendizado daqueles que encontravam dificuldades quanto ao sistema de numeração decimal, sendo que todos se divertem.




Atividade Profª Carina Amaral

O jogo aplicado à turma de 2° ano, do turno da manhã, da EMEF Ildo Meneghetti, foi o número 17 do caderno de jogos, onde o objetivo é reconhecer a sequência numérica de 1 a 20 e identificar o número que falta  na sequência


O resultado foi muito positivo alguns alunos que demoram a identificar os vizinhos dos números nas atividades do dia-a-dia, na hora do jogo encontraram rapidinho os números que faltavam, demonstrando muito interesse nas sequências apresentadas.

Profª Carina Amaral





sábado, 23 de agosto de 2014

Atividades Sistema Decimal, professora Carla

Professora: Carla Vargas Colombo Domingues
Turma: 22                  2º ANO

Algumas  das atividades realizadas com a turma sobre o que sistema decimal:
1-      Jogo do Cuiseneri (atividade realizada com os alunos que estão em desenvolvimento na construção do número)
Iniciando com o jogo livre, para os alunos se socializassem com as peças, posteriormente orientamos o jogo, pedindo que observem as diferenças entre as peças.
Questionamos sobre os tamanhos, para que percebessem que o um cabe dentro do dois, o dois dentro do três e assim sucessivamente.
Formar a escada e numerá-la.
Exemplo de escadinha:






2-      Jogo do material dourado
Primeiramente deixamos os alunos explorarem o material;
Deixamos fazerem suas descobertas, depois questionamos quantas peças pequenas cabem na peça maior. A maioria contou na própria peça, pois já havia percebido que os cortes tem o mesmo tamanho da peça unidade, concluíram então que uma peça vale a 10 pecinhas, assim definimos a dezena.
Seguimos brincando de formar dezenas, pedi que me dissessem quanto valia 2 peças (tiras), após a contagem definiram que valia vinte(20), assim continuamos explorando com a turma.

3-      Confecção do cartaz dos números através do material dourado:

4-      Circuito de jogos envolvendo adição, conceito do número, dezena e unidade:
·         Soma dez – 36 cartas de baralho, numeradas de 1 a 9, joga-se semelhante ao jogo de memória, porém para ficar com a dupla de cartas, ambas devem somar dez, exemplo: 2 e 8, 3 e 7, etc.

·         Jogo dos números grandes – são cartas numeradas de 0 a 9 (20 cartas), distribui-se igualmente as cartas entre a dupla de jogadores. Cada jogador coloca suas cartas em um monte com as cartas viradas para baixo, ao combinado devem virar duas cartas cada um, quem formar o número maior com suas cartas fica com o monte do outro.

·         Soma dados – dois dados e tabela para marcar os pontos. Os jogadores jogam os dados e soma o valor dos mesmos, este valor é o numero de pontos feito na jogada, após determinadas jogadas, somar o total de pontos de cada jogador para ver quem fez mais pontos.

   

·         Jogo das varetas – estipular o valor para cada vareta, após jogarem, somar os pontos e ver quem fez mais e menos pontos.

5-      Atividades no caderno: decomposição dos números; somando de dez em dez; quem é o maior?; colocar os números em ordem crescente e decrescente; representar o número através do material dourado (desenhar dezena e unidade).
6-      Somando através do material dourado – introduzindo a adição e subtração com transporte, com o auxilio do QVL, ou tapetinho. Na sala usamos a idéia de “maquininha de calcular”.


Unidade 1 - Matemática