ENCONTRO Nº 1 ,2
e 3 DATA:23/008/2014 e
27/08/2014
UNIDADE: 03
CARGA HORÁRIA
TOTAL DA UNIDADE: 12 horas
CARGA HORÁRIA DO
ENCONTRO: 12 horas
HORÁRIO: 8h às
12h 13h às 19 h e 17:30 às 21:30
FORMADOR DA IES:
Eliane Kiss e Alexandre Severo
Relatório
Descritivo-Reflexivo sobre os Encontros de Formação
Nosso encontro iniciou com um jogo envolvendo
o raciocínio lógico, e a adição, descontraímos e brincamos na perspectiva do
letramento. O jogo foi realizado em trio, deste trio uma dupla recebe uma carta
com um numero virado os jogadores só podem ver o numero do colega. O terceiro
participante olha os números dos colegas e soma, a dupla que adivinhar a carta
do colega referente à adição ganha. O caderno quatro descreve as operações na
resolução de problemas. Fizemos a leitura iniciando a conversa estruturando em
grupo os objetivos da unidade onde possibilita a nós professoras
alfabetizadoras ter subsídios pedagógicos para as nossas salas de aula. Para
renovar nossas motivações vimos após o jogo o vídeo o Menestrel motivou as
professoras para iniciar o encontro neste sábado maravilhoso de sol.
Fizemos a leitura da caderneta de metacognição
refletindo sobre nossas aprendizagens. Nesta tarefa reconhecemos que refletir
sobre nossa prática é fundamental.
Durante as leituras realizadas a base das
reflexões vem de encontro com a história da matemática e o conhecimento prévio
do aluno. Cabe ao professor conhecer, observar e analisar como a criança
aprende. Destacamos com os jogos e suas
práticas estudaram que tais atividades contribuem para a construção de esquemas
que favorecem o desencadear do processo de compreensão das operações básicas:
adição, subtração, multiplicação e divisão.
Envolvendo diferentes formas de registro permitindo a interação da
criança. As crianças têm seus modos próprios de construção todos envolvendo o
raciocínio matemático.
Junto com estes conhecimentos elas trazem o
desejo e a urgência de aprender mais, e, em relação à matemática, almejam
aprender a escrever números grandes e fazer contas. Percebemos que mudar não é
fácil, aprendemos as quatro operações de forma mecânica: e se fizemos e
aprendemos assim, ensinamos da mesma forma. As leituras, reflexão, escrita e
debates permitiram as professoras constatar que a mudança na forma de viabilizar
as questões envolvendo as quatro operações. Consideramos e trabalhamos as
atividades envolvendo a construção das crianças através de aplicações nas salas
de aula.
As professoras aplicaram as histórias
matemáticas e os jogos. Permitindo-se a aprender e ensinar. Cabe observar que a
partir do experimento refletimos o quanto precisamos aprender, ressaltando a
importância da formação continuada. O
processo de construção destes conceitos deve sempre ter uma seqüência, para que
a criança poça fazer links, com o que construiu e o que precisa construir.
Disponibilizamos algumas leituras deleite, e, planejamos seqüências didáticas a
partir das historias. Apreciando a importância do professor e a leitura.
Disponibilizando sempre ao aluno este momento, pois, sabemos que não temos
turmas homogêneas, e precisamos ofertar os direitos de aprendizagem a todos.
Durante os debates e reflexões entre uma leitura e outra, surge novamente a
angustia dos terceiros anos, aonde muitas crianças chegam ao terceiro ano sem os
objetivos atingidos, e, que o professor destas turmas se sente perdido.
Retomamos a Lei de Diretrizes e bases, onde é um direito a criança ser
alfabetizada, e, os direitos de aprendizagem que é de nosso compromisso estudar
e saber. Concluímos que para que exista mudança todos precisam estar preparados
e dispostos a enfrentar este desafio da alfabetização. Mas, este processo não é
mágico. Depende de uma gama de fatores, mas, o responsável por esta mudança é o
professor, pois ele esta diretamente com o aluno.
Durante os estudos constatei o interesse das
professoras na resolução de problemas. Nos debates todas com humildade,
relataram que precisavam estar
Sempre estudando para poder mudar as
metodologias de trabalho. E o quanto é importante entender que aprender sobre
adição, subtração, multiplicação e divisão requer aprender mais do que
procedimentos de cálculo. Mais do que destreza no fazer contas- e habilidade
nas técnicas operatórias espera-se que os alunos compreendam o que fazem e
construam os conceitos envolvidos nessas operações, e é neste sentido, que se
estabelece, neste caderno, um diálogo com a resolução de problemas. O professor
precisa nestas construções dos alunos estimularem as estratégias individuais
dos alunos. São elas que possibilitam aos alunos vivenciarem as situações
matemáticas articulando os conteúdos, estabelecendo relações de natureza
diferentes e decidindo sobre a estratégia que devolverão. A socialização destas
estratégias com toda a turma amplia o repertório dos alunos e auxilia no
desenvolvimento de uma atitude mais flexível frente à resolução de problemas. Constatamos
de forma reflexiva que um problema matemático não é um exercício ao qual o
aluno aplica, de forma quase mecânica, uma formula ou um processo operatório.
Só há problema quando o aluno for levado a interpretar o enunciado da questão
proposta e a estruturar a situação que lhe foi apresentada. Esta afirmação
evidencia que problemas matemáticos em que o aluno não precise pensar
matematicamente e desenvolver estratégias de resolução, ou seja, não precise
identificar o conceito matemático que o envolve, transforma-se em simples
exercício, ou seja, em fazer contas.
Compreendemos que um problema matemático é uma
situação que requer a descoberta de informações desconhecidas para obter um
resultado, ou seja, a solução não esta disponível de início, no entanto é
possível construí-la. Viabilizar ao aluno o processo de construção de solução
de problemas é fundamental para a aprendizagem e dará sentido matemático para
cálculos e operações que efetuará. Então, são através da resolução de problemas
que deverá estar inserido os cálculos matemáticos envolvendo as quatro operações.
Os autores lidos apontam um aspecto importante em relação aos cálculos à
resolução de problemas. As crianças trazem seus conhecimentos em relação à
matemática, estes conhecimentos precisam ser respeitados, elas já conseguem
resolver problemas, que envolvem situações aditivas simples, coordenando ações
de juntar, ganhar e perder, em suas brincadeiras. Por outro lado precisamos
desenvolver estratégias para que a criança desenvolva este raciocínio e que com
o tempo, e à medida que interagem com diferentes situações, desenvolvem
estratégias de contagem mais sofisticadas, abstratas e eficientes, tais como as
necessárias para a resolução de problemas aditivos. As leituras e reflexões
constatam a necessidade do professor conhecer seus alunos e seus conteúdos, partindo
para o planejamento e objetivos a serem alcançados. Refletir sobre o trabalho e
refazer nossa pratica motivou nossas professoras a colocar em pratica todas as
atividades de sugestão na unidade quatro. Percebemos que todas estão engajadas
em aprender para ensinar. Acreditamos que os objetivos da unidade foram
atingidos dentre as atividades realizadas. Mas. O que marcou foi à apresentação
dos jogos e as explicações sobre os jogos e os objetivos a serem trabalhados.
Esta atividade motivou as professoras a mostrarem as suas práticas já
realizadas e as vistas nos livros. Destacando a dedicação de cada professora
para evoluir os seus alunos em suas aprendizagens.
Concluímos que nesta unidade foram tratados de
vários conceitos referentes à resolução de problemas e operações. Deparamos-nos
com muitas informações para dominarmos todas. Entretanto, agora temos subsídios
para a nossa prática pedagógica dentro das nossas salas de aula. Sabemos que
este material esta norteando nosso trabalho em âmbito Nacional, Todos os
materiais enviados pelo MEC. Estão relacionados com o que estamos aprendendo.
Temos em mãos um material roço para disponibilizarmos planejamentos variados.
Encerramos com um caminho. Parece que estamos com as setas do caminho para uma
educação de qualidade.
Orientadora de estudos profª Kátia Tagliani Azambuja Silveira
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