ORIENTADORA DE ESTUDO: KÁTIA TAGLIANI AZAMBUJA SILVEIRA
MUNICÍPIO:
CIDREIRA POLO: 02
ENCONTRO Nº 01 DATA: 05/04/2014
UNIDADE:
Direitos de aprendizagem linguagens
CARGA HORÁRIA
TOTAL DA UNIDADE: 4 horas
CARGA HORÁRIA DO
ENCONTRO: 12 horas
HORÁRIO: 8:00 às
12:00 horas, 17:30 às 19:30 horas.
FORMADOR DA IES:
Patrícia Bonow Fassbender
Relatório
Descritivo-Reflexivo sobre os Encontros de Formação
Conforme orientações do “Documento orientador das
ações de formação em 2014” (201,p.4):Duração total do curso: 160, com a
realização de encontros presenciais ao longo do ano letivo. Essa carga horária
será distribuída em 12 horas mensais dedicadas à alfabetização Matemática e à
complementação dos estudos em Linguagem. Constata-se que, regem relação a 2013,
houve um acréscimo de 40 horas, que deverão ser dedicadas às atividades de reforço
dos conteúdos de linguagem, presenciais e não presenciais. As atividades de
formação na área da Linguagem a serem desenvolvidas pelos/as orientadoras/ as
de Estudos com professores/ as alfabetizadores/as deve utilizar os cadernos de
formação de 2013, em especial, retomar/aprofundar aspectos não trabalhados,
explorando textos indicados na sessão aprendendo mais.
Mediante este
documento, ficou claro que retomar alguns pontos será importante, pois mudou
algumas professoras. Reorganizar alguns assuntos será de vital importância para
sintetizar objetivos do PNAIC. Respeitando os conhecimentos prévios dos
professores alfabetizadores e suas singularidades. Retomamos as metas deste
trabalho em âmbito nacional e sua grandeza. O grupo mostrou a grande expectativa
deste estudo que contempla a alfabetização matemática. Iniciamos o trabalho com
música, com o objetivo de contemplar a emoção que envolve a educação. A
princípio fomos educados para uma educação voltada apenas para a vocação,
sabemos que hoje precisamos nos formar para formar numa perspectiva de evoluir
em nossas tarefas de professores (as).
Sempre que
planejamos um encontro nosso desafio é vender a ideia que nos foi passada.
Alfabetizar até o 3º ano no ciclo de alfabetização. Enfocados neste desafio e
respeitando cada realidade. Procuramos planejar um encontro priorizando a
aprendizagem e o dialogo para favorecer a aprendizagem. Retomamos os quatro
primeiros cadernos usando os cadernos de 2013. Nosso encontro abordou a
alfabetização matemática na perspectiva do letramento destacando os direitos de
aprendizagem e a linguagem. Realizamos as leituras sobre:
“
Currículo no ciclo de alfabetização: ampliando o direito de aprendizagem a
todas as crianças”, de Magna do Carmo Silva Cruz.
O
texto inicia enfatizando o direito á educação, considerando as individualidades
e subjetividades, na perspectiva de formar sujeitos comprometidos eticamente
com a justiça, a solidariedade e a paz. Pensando assim o texto nos traz o
compromisso com a alfabetização até o terceiro ano do ensino fundamental. A
mudança no currículo se mostra importante para a autora, que ressalta a
importância do professor no processo de alfabetização.
“A
razão da ampliação do período de alfabetização para três anos, sem retenção, se
justifica pela possibilidade de o ensino propiciar à produção/apropriação da
escrita e da leitura baseada nos princípios da continuidade e do
aprofundamento” nesse parágrafo a autora justifica esse novo currículo de
alfabetização, mas o fato de não haver retenção, não significa que não deve
haver qualidade, pelo contrário, espera-se que o trabalho do professor seja
muito bem fundamentado, pois este modelo de ensino funciona como forma de construção/apropriação
de conhecimentos pelos alunos.
“A
escolha dos conteúdos devem ser muito bem pensadas, como “o que”, “ para que “,
“como” e “para quem”. Essa ideia, traz o entendimento da relevância do conteúdo
a escolher.As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental (DCN)
( BRASIL,1998), orientam para que as propostas curriculares contemplam várias
áreas do conhecimento: Ciências Humanas,Ciências Naturais e Matemática e
Linguagens, de forma articulada e interdisciplinar. Segundo a autora, “por
serem vistos como meios e não fim, os conhecimentos devem interagir em uma
dinâmica pedagógica intergrada e integradora, elaborada em situações de
diálogos pautados em uma discussão reflexiva por meio do planejamento
pedagógico coletivo e contextualizado, e fundamentada no contexto escolar”.
O
planejamento aqui observado deve ser interdisciplinar e os conteúdos devem ser
apresentados gradativamente, por meio de retomadas e aprofundamentos contínuos.
Lendo
este texto, podemos entender melhor a proposta de currículo e o objetivo do
Programa Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, ele é instrutivo e inspirador
recomenda a todos os alfabetizadores do Brasil.
Diante deste resumo elaborado por uma
das professoras alfabetizadoras, constatamos que o material impresso pelo PNAIC
tem base teórica, e nos traz esclarecimentos e novos conceitos de educação.
DIREITOS E OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO A MATEMÁTICA COMO
INSTRUMENTO DE FORMAÇÃO E PROMOÇÃO HUMANA.
A
principal meta do pacto nacional é alfabetizar todas as crianças brasileiras
até os 8 anos de idade ao fim do 3º ano do ensino fundamental.
O texto nos fala sobre direitos, sob todos os
aspectos a que nós cidadãos compartilhamos com a sociedade adequada ao tempo
(época) que vivemos.
O papel da educação nesse contexto é o de promover
uma descoberta clara sobre; o que vivemos, e o que desejamos uma consciência
para todos, ao nível: social. educacional,político,econômico,cultural,onde a
justiça seja a proteção do povo. Através da educação podemos relembrar e
aprender diferentes hábitos culturas,
costumes,tradições,crenças,mentalidades,situações:geográficas,políticas,científicas,ambientais,problemáticas,matemáticas,,monetárias,históricas;
também podendo inovar e criar outras situações práticas ,sugerir
interagir ,concordar,descordar ,dar sugestões e praticar realizações
experimentais a fim de novos resultados e/ou perspectivas e outros.
De acordo com a rede Brasileira de Educação para
direitos humanos RBEDH/2001 -Direitos Humanos são:
históricos,naturais,indivisíveis,e interdependentes,reclamáveis e universais.
respeitando seus deveres
como cidadãos conscientes. Para
quem são esses Direitos de aprendizagem?Quem vai garanti-los?
Respondemos dizendo que o direito se dá para todos
independentemente de religião, idade, contexto social e/ou familiar. Quem
garantirá essa evolução educacional são os próprios homens, que se mantendo na
busca e na prática dos seus direitos e ideais respeitando seus direitos como
cidadãos conscientes. Oportunizaram ao mundo a conquista de uma vida
melhor.
A definição de direitos de aprendizagem para o ciclo de
alfabetização insere-se em um movimento que compreende a educação escolar como
uma ferramenta para mudança social, por isso assumimos o papel de agentes
transformador da escola, incentivando a reflexão critica sobre a realidade e o
exercício de cidadania.
Apropriando-se criticamente do saber que seja realmente
relevante e que tenha compromisso com a transformação da realidade social, onde
o aprender seja uma atividade mobilizadora partindo da realidade de cada
sujeito com suas diferenças familiares, crenças e de costumes.
A aprendizagem
matemática deve ser demonstrada como instrumento de formação e promoção humana.
A construção da
matemática por caminhos próprios dos alunos, e da sua necessidade e desafios.
Perceber a importância da utilização da matemática.
A alfabetização
e o letramento matemáticos devem ser abordados de forma integrada para
proporcionarem experiências com as praticas de representar, pois são
constituídas por conceitos, propriedades, estruturas e relações.
O pacto nos trás
que a avaliação inclui registros, análise dos resultados e da progressão da
aprendizagem dos alunos, o professor desempenha assegurar os direitos de
aprendizagem propostas matemáticas.
A CRIANÇA E A MATEMÁTICA ESCOLAR
Para ensinar
matemática no 1º ciclo de alfabetização, deve-se considerar a idade do aluno, e
lembrar que ele é uma criança, e deve pensar como tal.
Ensinar formula
pronto é induzir uma organização artificial e desnecessária. O uso do corpo
também deve ser considerado (os dedos, os pés, as mãos).
Também se deve
levar em consideração o raciocínio e a forma que o aluno verbaliza esse
raciocínio, pois as crianças sabem calcular mentalmente e são capazes de falar
e compreender o que pensam. Devemos valorizar o modo de pensar de cada um.
É importante que
os alunos saibam a importância do sistema numérico, identificando em que
objetos ou situações eles são utilizados.
O varal de
números/quantidades é um aparato bastante útil, desde que seja confeccionado
com a contribuição dos alunos.
Devemos “trazer”
os números para a realidade dos alunos, por exemplo, no placar de um jogo, no
uso de calendários, em tabelas e gráficos. Para iniciar o ato de medir,
podem-se usar gráficos simples de altura, medição com palmo e chegar a
conclusão de que é necessário a utilização de uma medida padrão para a noção
correta de comparação.
Não há
necessidade de atividades que dificultem a elaboração por parte do professor,
atividades simples podem contribuir para aproximar a matemática de situações do
cotidiano. Portanto, podemos recorrer a jogos, brincadeiras e práticas sociais,
afim de que o aprendizado seja realmente efetivo.
Síntese do texto
Alfabetização Matemática
(Maria da Conceição Ferreira Reis da
Fonseca)
Atividade-
Pacto- 16/04/2014
As crianças têm direito a
aLfabetização, portanto a alfabetização e suas
Funções, devem auxiliar as crianças
A entender o sistema de escrita
Brasileira Alfabética em sua vida social.
Então
a ação pedagógica é de promover
Tarefas que propiciem esta compreensão
Importantíssima na vida dos educandos.
DiZer que a sociedade é grafocêntrica, é compreender
As marcas e valores da cultura escrita nas
Çomunicações sociais. Assim a
Ãção do educador pode auxiliar,
Organizar, descrever, apreciar, analisar o
Mundo e as experiências das crianças,
Afim de compreender os textos que circulam
aTualmente na sociedade.
RElacionar atividades com o cotidiano do aluno,
Medir, ordenar, quantificar, organizar,
Ápreciar, classificar, combinar,
uTilizar as formas… Existem vários recursos para
Introduzir na alfabetização o sistema
indoarábico,
Contudo a criatividade do educador e a
disposição
A escutar as crianças, permitirá conhecer suas
curiosidades e necessidades, para assim envolver significado em seu
planejamento.
Eixos
estruturantes e objetivos dos Direitos de Aprendizagem para a alfabetização
Matemática na perspectiva do letramento.
O
documento orientador inicial dos Direitos de Aprendizagem e que aqui são
retomados nos diz:
1º O
aluno pode utilizar caminhos próprios na construção do conhecimento. A criança
pode experimentar situações favorecendo, convívio e as trocas de conhecimentos
dentro de variadas práticas sociais e culturais.
2º O
aluno precisa reconhecer e estabelecer relações em diversas situações.
As
crianças precisam ser ativas na sala de aula, manipular objetos, construir e
desconstruir sequências, desenhar, medir, comparar.
3º O
aluno tem necessidade de perceber a importância das ideias matemáticas como
forma de comunicação.
Fica em
evidência a oralidade: o falar e o conversar sobre a matemática, os elementos
presentes nos conteúdos e ideias matemáticas. Como: além da linguagem comum,
referencias a triângulos, quadrados, somar, dividir, ordenar, etc. Se inicia a pratica de argumentação, defesas
de pontos de vista e de organização temporal das ações.
4º O
aluno precisa fazer uso do cálculo mental, utilizando as tecnologias da
informação e comunicação em diferentes situações.
Os eixos estruturais e os seus objetivos
Números e operações
Neste
eixo os objetivos relativos aos números, desde a contagem até a construção do
sistema decimal de numeração decimal e seu uso nas operações.
Deixando
claro que os objetivos são sempre retomados e ampliados ao longo dos três anos
do ciclo de alfabetização e letramento.
Dentro
destes eixos temos operações (adição, subtração, multiplicação e divisão).
Possibilitando
a criança elaborar, interpretar e resolver situações de problemas e envolvendo seus
diferentes significados.
Pensamento algébrico
O eixo
diz respeito a uma série de habilidades que, constam-nos outros eixos, no
reconhecimento de padrões numéricos e na realização de determinados tipos de problemas,
no eixo números de operações, no reconhecimento de padrões geométricos e da
classificação presentes no eixo geometria. “O objetivo geral Compreender
padrões e relações a partir de diferentes contextos”, seja possibilitar a
criança:
·
Estabelecer critérios para agrupar,
classificar os objetos;
·
Reconhecer padrões de uma sequência de
elementos, sons, formas e padrões
decorativas;
Geometria
O eixo
espaço e forma ou geometria é dividido em dois grandes objetivos: o primeiro é
relativo à localização e movimentação, o segundo trata das formas geométricas.
A
criança possa “ construir noções de localização e movimentação no espaço físico
para a orientação espacial nas diferentes situações do cotidiano”.
O outro
grande objetivo do eixo consiste em auxiliar a criança a “ reconhecer formas
geométricas tridimensionais no ambiente”.
Grandezas e medidas
Este
eixo trata do desenvolvimento do ato de medir considerando as diferentes
grandezas. O grande objetivo é auxiliar a criança através do lúdico,
compreender a ideia de diversidades de grandezas e suas respectivas medidas.
Educação estatística
“Este
eixo trata de auxiliar a criança a reconhecer e produzir informações relativas
ao universo infantil, em diversas situações e diferentes configurações”.
Papéis do brincar e do jogar na Alfabetização
Matemática
Um dos
pressupostos fundamentais do trabalho pedagógico do ensino de matemática é o
papel do lúdico, o ato de brincar e a necessidade de aproximação ao universo da
criança respeitando seus modos de pensar e sua lógica no processo da construção
do conhecimento. Através das atividades lúdicas o docente permite a geração de
realidades diferenciadas. No simples ato de brincar pode-se encontrar tanto o
conhecimento escolar tanto o conhecimento espontâneo pertencente à cultura
infantil. Através destes pressupostos o docente deve mediar sua intervenção
pedagógica fazendo presente a utilização de jogos. A criança produz
conhecimentos que não estão escritos nos currículos escolares interagindo com
seus pares e ampliando suas potencialidades quando participa de jogos. A
mediação do docente na aprendizagem com os jogos torna-se complexa e incerta,
mas para a criança desenvolve uma liberdade de ação para desenvolver o
raciocínio mesmo em um contexto estruturado em sistemas de regras, sendo assim
a criança poderá partilhar as ideias com mais facilidade. Mas é fundamental que
as respostas e a participação sejam validadas para posteriormente possa ser
validado na ação pedagógica.
O jogo visto como atividade de geração.
Proposição, resolução e validação de problemas.
Segundo
o texto para que uma atividade seja considerada como jogo é necessário que ela tenha
alguns elementos que são eles:
As regras: Que
podem ser implícitas e explícitas, divididas em dois níveis o primeiro que
comporta as regras propostas pela atividade e o segundo nível as regras
executadas pelo grupo.
Os jogadores: Sujeitos que participam da atividade.
A situação:
São constituídas de situações problemas que requerem tomadas de decisões por
meio de mobilização de conceitos, propriedades, julgamentos, etc.
A incerteza:
Quanto ao resultado faz com que o sujeito continue participando da atividade.
Durante a atividade o sujeito trabalha com a probabilidade de ganho ou perda.
Considera-se
o jogo como um espaço legítimo de criação e de resolução de problemas
matemáticos. No início da partida os participantes estão em uma situação neutra
de igualdade, já no final da atividade os jogadores perdem o interesse em criar
ou resolver, pois já se conhece o ganhador. Como produtos do jogo têm vinculado
a atividade matemáticas compartilhada com os participantes através dos
processos de criação, resolução e validação de situações problemas. Sendo assim
temos o jogo como uma atividade de gestão de situações polarizadas. Se através
do jogo tivermos aprendizagens variadas mesmo não sendo aquelas traçadas pelos
objetivos propostos não devemos levar em conta como uma atividade improdutiva.
Ao conceber valores educativos ao jogo infantil favorecendo assim as
aprendizagens matemáticas na alfabetização, precisam-se levar em conta alguns
elementos: as regras, a estrutura material e o mundo imaginário.
O professor como elaborador e propositor de
jogos para favorecer aprendizagens matemáticas.
Através
de uma atividade lúdica o professor propõe um espaço de liberdade psicológica
mesmo os alunos considerados com dificuldades acabam por mobilizar, gerar e
comunicar esquemas mentais. Essa capacidade criativa matemática relaciona-se
com a característica fundamental do jogo como atividade livre no processo de
produzir, propor e resolver situações-problemas.
Os
alunos mesmo que jogando solitários desenvolvem situações matemáticas e os
docentes devem estar atentos a estas situações, pois promove colocar em cena
capacidades cognitivas, entre elas os conhecimentos já adquiridos no espaço
escolar ou conceitos e procedimentos que não são tratados no contexto escolar.
Os
comportamentos utilizados pela criança ao jogar foge às vezes das situações do
real então ela usa do seu mundo ludo-imaginário. Esses comportamentos são fundamentais
para o desenvolvimento da curiosidade e interesse das crianças em relação à
matemática.
A
perspectiva da liberdade de ação, que caracteriza a atividade lúdica, cria um
espaço de tensão epistemológica e metodológica quando se trata da utilização de
jogos no espaço escolar na sala de aula de matemática, pois o docente tem que
controlar as produções de forma que garanta certas aprendizagens rompendo assim
com o processo livre de produção.
A
atividade matemática presente no jogo constitui-se de duas dimensões como
requisitos para o seu desenvolvimento:
1º
dimensão-Estrutura lúdica;
2º
dimensão-Estrutura física e as regras;
A
atividade que a criança que a criança realiza no contexto do jogo é o
fundamento de suas aprendizagens, o jogo não é “propriedade” do adulto, mas da
criança que esta efetiva e integralmente
em ação cognitiva e emocional.
Nesse
sentido, o papel do professor não é apenas ofertar o jogo, mas estar junto.
Fazer parte da atividade estimulando e instigando as estratégias a serem
desenvolvidas pelas crianças é sempre uma rica oportunidade de avaliação. A
situação de jogo, com alunos e professor junto possibilita ao docente levantar e
testar hipóteses importantes sobre os processos cognitivos desenvolvidos pelos
alunos.
Há
muitas possibilidades de inserção do jogo na escola para favorecer
aprendizagens matemáticas.
Segundo
o texto: a atividade matemática realiza no brincar é validada por um sistema de
regras produzindo pelas crianças.
Neste
caso o brincar serve como mediador do conhecimento e de representações sociais
da matemática e por consequência, o brincar pode-se tornar um objeto de estudo.
A aprendizagem fundamenta-se sobre o processo de resolução de problemas. A
simples presença de estruturas matemáticas no brincar não garante a realização
de certas atividades matemáticas, e
mais, a presença de certa atividade
matemática no brincar não é garantia de existência de aprendizagem. E então a garantia de aprendizagem matemática
no brincar está ligada a participação das regras matemáticas nas regras do
brincar e uma desejável e necessária mediação pedagógica.