NOME DO ORIENTADOR DE ESTUDO: Kátia Tagliani Azambuja Silveira
MUNICÍPIO: Cidreira POLO: 02
UNIDADE DO CADERNO DE FORMAÇÃO: 06
Nº DE ENCONTROS REALIZADOS: 3
DATA DOS ENCONTROS REALIZADOS: 25/10/2013 e 05/11/2013
CARGA HORÁRIA TOTAL
DESENVOLVIDA: 12 às/aula.
FORMADOR DA IES: Patricia HYPERLINK
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fassbender wille
Planejamento
sinônimo de desafio aos profissionais na área da educação. Nesta unidade 06.O
PNAIC ( Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa); aprofunda o tema
alfabetização, projetos didáticos e sequências didáticas em dialogo com os
diferentes componentes curriculares.
Dando
continuidade as reflexões das unidades anteriores, intenta-se não somente
conhecer, discutir, mas perceber possibilidades de práticas pedagógicas, que
envolvem diversas áreas do conhecimento tendo como foco principal a área da
linguagem, concretizada nos diferentes gêneros textuais que circulam na
sociedade, conforme preceituam documentos oficiais e parâmetros curriculares
para o ensino fundamental de nove anos.
Será
foco de atenção os diálogos entre os diferentes componentes curriculares,
visando à integração entre os mesmos, bem como o papel dos diferentes eixos do
ensino da língua na apropriação de conhecimentos relacionados às distintas
áreas do saber.
Planejando
na alfabetização, integrado com diferentes áreas do conhecimento- projetos
didáticos e sequências didáticas. O estudo da unidade seis possibilitou a
reflexão sobre formas do trabalho pedagógico enfatizando a alfabetização e o
letramento. O tema trabalhado focou a atenção aos diálogos entre os diferentes
componentes curriculares, visando a integração entre os mesmos, bem como o
papel dos diferentes eixos de ensino da língua na apropriação de conhecimentos
relacionados às distintas áreas do saber. As educadoras envolveram-se nos
estudos, o trabalho com práticas e exemplos na alfabetização e letramento já
consolidados, que mostraram resultados positivos, indicando caminhos para fazê-lo
pedagógico, respeitando o educando na sua singularidade.
Entendemos
a importância das leituras deleite; e seus resultados dentro das nossas salas
de aula com nossas crianças. E o quanto podemos utiliza-los para iniciar um
projeto ou organizar sequências didáticas.
Nos
relatos das educadoras através do caderno de metacognição, sua dedicação e
motivação em relação as unidades trabalhadas. A diversidades dos livros dos
acervo e livros didáticos envolvendo todas as áreas de conhecimento, com
diferentes gêneros textuais. Com sugestões de jogos em fim o material é de
qualidade.
Conforme
os estudos os tempos são outros e os currículos devem respeitar as competências
e habilidades de cada ano do Ensino Fundamental de nove anos, e a singularidade
de cada educando. Organizando um ambiente agradável e favorável para o
desenvolvimento das atividades de alfabetização e letramento.
Considerando-se
os tempos de mudança de paradigmas educacionais, expressões
como¨interdisciplinariedade¨, ¨temas transversais¨, ¨contextualização¨são
recorrentes nas propostas curriculares nacionais. OS cadernos de estudos do
primeiro ano e o foco do trabalho do educador considerando essas novas perspectivas
na àrea do ensino, bem como a inclusão da criança de seis anos no Ensino
Fundamental de Nove Anos.
A
maneira como uma escola se organiza para atender seus objetivos inclui algumas
ações fundamentais para o seu funcionamento. Pensar sobre o que e comofazer em
uma escola inclui traçar planos e metas a serem alcançadas ao longo de um
determinado tempo seja este de um planejamento escolar ou de uma sala de aula.
O
planejar faz parte do nosso cotidiano. Planejamos para organizar nossas ações.
O planejamento
escolar torna-se importante, pois nosso objeto de pesquisa na ensilagem é as
nossas crianças. Envolve práticas coerentes, envolvendo nossas rotinas traçando
objetivos delimitados sabendo onde queremos chegar e o que precisamos ensinar
para nossos alunos. Através de um trabalho interdisciplinar, que abrange o
componente curricular Língua portuguesa, matemática e ciências, a criança é
levada a perceber e representar o mundo natural e cultural em que vive.
“De
acordo com o documento” Indagações sobre Currículo “-MEC, um primeiro
significado a se destacar das discussões presentes nas escolas e na Teoria
Pedagógica é a consciência de que:
“[...]
os currículos não são conteúdos prontos a serem passados aos alunos. São uma
construção e seleção de conhecimentos e práticas produzidas em contextos
concretos e em dinâmicas sociais, políticas e culturais, intelectuais e
pedagógicas. Conhecimentos e praticas expostos às novas dinâmicas e
reinterpretadas em cada contexto histórico. As indagações revelam que há entendimento
de que os currículos são orientados pela dinâmica da sociedade. Cabe à nós,
como profissionais da Educação, encontrar respostas.” (LIMA,2007,P.9)
O
currículo se torna, assim, um instrumento de formação humana. No entanto,
Segundo a autora, somente as situações que, de modo especifico, problematizam o
conhecimento, levam a aprendizagem.
Nem toda
proposta ou intenção em sala de aula promovem aprendizagem.
As
atividades a serem propostas precisam ter objetivos claros, intenções bem
delineadas, não só para o professor, como também para o aluno.
Planejar
para integrar saberes e experiências.
É por
meio do planejamento que o professor busca
organizar sua prática. Ao planejar, o docente reflete sobre os objetivos
que quer alcançar, exerce sua ação didática segundo suas intenções. Assim, as
atividades a serem desenvolvidas são articuladas de forma mais consciente com o
que se pretende desenvolver.
aprendemos
durante a formação em forma de leituras debates e escrita como trabalhar
topológicas, atitudes de a Língua Portuguesa nas séries iniciais, o docente
pode se valer das experiências com temas de outras áreas do conhecimento, como
forma de aproximar as crianças de assuntos específicos dessas áreas, ampliando
o vocabulário e o trabalho com gêneros textuais.
Assim,
na área de ciências naturais, as crianças poderão produzir sínteses de
conteúdo, utilizando-se de artigo de divulgação científica sobre animais, de textos
diversos sobre um bioma brasileiro ( preferencialmente o da região que as
crianças vivem), reportagens sobre chuvas incluindo discussões sobre áreas que
costumam ser alagadas e outras que sofrem com as constantes estiagens,
relacionando estas questões a outras de ordem social e econômica, que podem ser
encontradas em diferentes materiais escritos que circulam na sociedade, ou
mesmo ser ouvidos através de rádios ou televisão. Em fim, trabalhar com vários
textos todos voltados para a realidade do aluno, desenvolvendo a reflexão e a
ação sobre a problematização ali apresentada, diagnosticando e montando
estratégias para resolver as situações do meio em que nos encontramos educação
para a vida. De modo semelhante na área de ciências Humanas, a partir do gênero
textual mapa geográfico de um determinado estado ou município, por exemplo, ou
mesmo de um relato histórico do nascimento de uma dada cidade, de uma lista de
frequência da turma, da receita de uma comida regional, é possível desenvolver
atividades diversas interdiciplinarmente. Respeitando a diversidade de cada
cidade ou região.
Aprendemos
que com jogos e brincadeiras é possível ensinar noções topológicas, atitudes de
solidariedade e respeito para com o grupo, construindo relacionamentos éticos.
Tais atitudes, ao ser exercitado no ambiente escolar, certamente estender-se-ão
para outros espaços sociais de convivência de crianças. Nesse sentido, é
possível compor determinados códigos de relacionamentos entre as pessoas que
constituem o ambiente escolar, a partir de discussões e elaborações de
documentos que expressem as decisões tomadas coletivamente.
Também
vimos que é possível ensinar matemática e interpretação textual ao mesmo tempo
mediante a utilização de estratégias lúdicas, em situações que requeiram
conhecimentos relacionados a grandezas e medidas ou na identificação de dados
em tabelas ou textos, para solucionar problemas. Por outro lado, ao construir
uma história matemática, por exemplo, a criança faz uso de conteúdo matemático
lançando mão de recursos próprios na área da linguagem, para compreender a
operação e expressar seu resultado. São inúmeras as possibilidade que se tem de
imbricar conhecimentos., tendo o ensino da língua materna como pano de fundo.
Destacasse
as diversas funções sociais do número podem ser exploradas, por exemplo, em
situações que possibilitem representações espontâneas de quantidades no
cotidiano.
Organização
do trabalho por projetos didáticos. Nos últimos anos tem-se presenciado uma
série de mudanças no cenário da educação, na busca de uma qualidade cada vez
maior. O documento Parâmetros Curriculares Nacionais¨, em 1997 e 1998, que se
ampliou com, entre outros, as Orientações Gerais para Ensino Fundamental de
nove anos, mais recentemente. Esses documentos vêm se apresentando fundamentais
para trazer à sala de aula as mais novas abordagens de ensino e aprendizagem
bem como novos olhares para os objetos ou eixos de ensino ( a leitura, a
produção escrita ou oral e conhecimentos linguísticos), cujas estratégias de
tratamento precisam garantir os ¨Direitos de Aprendizagem¨ das crianças
brasileiras, nos três primeiros anos da educação fundamental básica. Pois serão
estes direitos de aprendizagem que alicerçarão toda a vida estudantil dessas
crianças, na sua formação para a cidadania, e isso exige a superação da
fragmentação das atividades de ensino em sala de aula (...) por meio de uma
ação educativa que se baseie em uma orientação teórico-metodológica, em que se
definam objetivos de ensino, a organização do trabalho pedagógico, o tipo de
abordagem que se quer dar ao conhecimento e, por fim, que se considere a
realidade sociocultural dos alunos e o contexto da escola (BRASIL,2009.P.07).
Assim,
dentre as diversas sugestões dos documentos oficiais acerca do tratamento
didático, destaca-se aqui o trabalho pedagógico por meio de projetos.
Nas
orientações para a inclusão da criança de seis anos no Ensino Fundamental
encontramos três modalidades de organização do trabalho pedagógico: atividades
permanentes, sequências didáticas e projetos de aprendizagem. O estudo discute
o trabalho por meio de projetos e as sequências didáticas, considerando suas
especificidades e importância na sistematização do trabalho nas classes dos
anos iniciais do Ensino Fundamental. A aprendizagem significativa supõe um
ensino sistemático que permita a criança explorar, experimentar, reorganizar
informações e conceitos, com vistas à conquistas de novas aquisições.
Aprendemos organizar a sequência didática, o professor poderá incluir
atividades diversas como leitura, pesquisa individual ou coletiva, aula
dialogada, produções textuais, aulas práticas, etc., pois a sequência de
atividades visa trabalhar um conteúdo específico, um tema ou um gênero textual
da exploração inicial até a formação de um conceito, uma ideia, uma elaboração
prática, uma produção escrita.
A
aprendizagem significativa supõe um ensino sistemático que permita a criança
explorar, experimentar, reorganizar informações e conceitos com vistas à
coquistas de novas aquisições. Aprendemos a organizar as sequências didáticas, o
educador poderá incluir atividades diversas como leitura, pesquisa individual
ou coletiva, aula dialogada, produções textuais, aulas práticas, etc., pois a
sequência de atividades visa trabalhar um conteúdo específico, um tema ou um
gênero textual da exploração inicial até a formação de um conceito, uma ideia,
uma elaboração prática, uma produção escrita.
Entre os
assuntos abordados, a nossa formadora com sua delicadeza e competência no
ensinar. Frisou a necessidade de nos darmos conta da importância das reflexões
feitas, a partir do desenvolvimento da criança em suas aprendizagens, novas
formas de organizar nossos planejamentos. Pressupõe a necessidade de rei
significação dos espaços escolares e o rendimento do tempo pedagógico dedicado
aos estudantes.
O
seriado não serve, pois tem uma lógica excludente trata com igualdade os diferentes.
A
proposta de ensino organizada em ciclos, em seus princípios, visa superar o
processo de exclusão. O grande norte é o respeito à diversidade de percurso de
vida e estilo de aprendizagem como compromisso que a escola precisa assumir para evitar os mecanismos de
exclusão que sempre praticou, ao longo dos séculos. Para deixar de ser só
discurso precisamos pensar: Que atividades e formas de organização os
alfabetizadores devem praticar, para garantir que, ao final do primeiro ciclo,
os que mais precisam sejam atendidos em suas urgentes necessidades, ao mesmo
tempo em que seus colegas podem progredir ainda mais? Temos a questão da inclusão,
dos alunos deficientes precisam ser considerados, pois elas transcendem as
questões da heterogeneidade própria de todos os alunos.
O papel do
professor e sua formação, dentro das habilidades que precisam ser desenvolvidas
pelos professores (as), uma das mais relevantes e difíceis, é a de identificar
as necessidades de cada aluno e atuar com todos ao mesmo ao mesmo tempo. Para
Leal (2005,p.91), ¨se entendermos o que cada aluno já sabe e soubermos escolher
as melhores opções didáticas para cada
um deles, teremos percorrido um longo caminho na nossa profissionalização. Se,
além disso, soubermos atuar com todos ao mesmo tempo, atendendo as diferentes
demandas e auxiliando-os, teremos construído um belo perfil de professor (a) alfabetizador
(a).
Numa
perspectiva construtivista o ensino deve levar em conta o que os alunos já
sabem e o que precisam ser ajudados a aprender. Esse princípio de ¨ensino
ajustado¨ (ONRUBIA,1996) pressupõe, então, que os professores diagnostiquem os
conhecimentos prévios dos alunos e formulem atividades que constituam desafios
adequados. Isto é, no caso da alfabetização, para poder avançar no domínio da
língua escrita ou se suas convenções, uma atividade não pode ser ¨fácil¨, ao ponto de o aluno poder
resolvê-la, sem ter que construir seus saberes prévios. Por outro lado, não
pode ser tão complexa que se torne um desafio impossível.
Concluímos
esta unidade satisfeita com o dever cumprido. Priorizando a formação para saber
ensinar o nosso aluno. Ficou definido que todas as cursistas desenvolveriam um
projeto e uma sequência didática a partir de um livro do acervo contemplando as
obras enviadas pelo MEC. Após o desenvolvimento, serão aplicados em suas
respectivas turmas.
Agradeço
a participação de todas as professoras alfabetizadoras e seus esforços para
estarem presentes nas formações. No desenvolvimento de uma educação de
qualidade.
Cidreira,
25 de novembro de 2013.
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